1. Primeira conversa
Uma escuta tranquila, por WhatsApp ou telefone, para entender a situação, o histórico de uso e o que a família já tentou. Sem cobrança e sem julgamento.
Acompanhamento com ibogaína conduzido por equipe de saúde, com avaliação clínica prévia, escuta acolhedora e apoio à família. Fale com a gente quando se sentir pronto — no seu ritmo, sem julgamentos.
Atendimento ambulatorial, com agendamento prévio — segunda a sábado, 8h às 20h. Sigilo garantido.

Talvez você esteja procurando ajuda para si mesmo. Talvez seja por um filho, um irmão, um companheiro. Nos dois casos, a primeira conversa serve para entender — não para pressionar. A gente escuta, explica com honestidade o que a ibogaína pode e o que ela não pode fazer, e ajuda você a decidir o próximo passo com informação de verdade.
Uma escuta tranquila, por WhatsApp ou telefone, para entender a situação, o histórico de uso e o que a família já tentou. Sem cobrança e sem julgamento.
Anamnese completa, revisão do histórico de saúde e dos medicamentos em uso. Só seguimos quando há segurança clínica.
Protocolo ambulatorial em ambiente calmo, com monitoramento contínuo dos sinais vitais por profissionais de saúde durante todo o período.
Plano de continuidade com psicoterapia, orientação familiar e retornos combinados. É essa etapa que sustenta as mudanças no dia a dia.

Conviver com a dependência química de alguém que se ama cansa, confunde e machuca. Na conversa inicial, orientamos a família sobre limites saudáveis, comunicação em momentos de crise e o que esperar de cada etapa do tratamento — inclusive quando o protocolo com ibogaína não é indicado.
Escolha o jeito mais confortável para você: mandar uma mensagem ou falar por telefone. Do outro lado tem gente disposta a ouvir.
Atendimento ambulatorial, com agendamento prévio — segunda a sábado, 8h às 20h